Terceiro Domingo do Advento – Ide contar a João o que estais ouvindo e vendo – São Mateus 11, 2-11 – Dia 11 de dezembro de 2016

5 de dezembro de 2016 at 5:01 Deixe um comentário

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2.Tendo João, em sua prisão, ouvido falar das obras de Cristo, mandou-lhe dizer pelos seus discípulos:

3.Sois vós aquele que deve vir, ou devemos esperar por outro?

4.Respondeu-lhes Jesus: Ide e contai a João o que ouvistes e o que vistes:

5.os cegos vêem, os coxos andam, os leprosos são limpos, os surdos ouvem, os mortos ressuscitam, o Evangelho é anunciado aos pobres…

6.Bem-aventurado aquele para quem eu não for ocasião de queda!

7.Tendo eles partido, disse Jesus à multidão a respeito de João: Que fostes ver no deserto? Um caniço agitado pelo vento?

8.Que fostes ver, então? Um homem vestido com roupas luxuosas? Mas os que estão revestidos de tais roupas vivem nos palácios dos reis.

9.Então por que fostes para lá? Para ver um profeta? Sim, digo-vos eu, mais que um profeta.

10.É dele que está escrito: Eis que eu envio meu mensageiro diante de ti para te preparar o caminho (Ml 3,1).

11.Em verdade vos digo: entre os filhos das mulheres, não surgiu outro maior que João Batista. No entanto, o menor no Reino dos céus é maior do que ele.

12.Desde a época de João Batista até o presente, o Reino dos céus é arrebatado à força e são os violentos que o conquistam.

“Alegremo-nos todos no Senhor, pois Ele está próximo. Reconhecendo seus imensos benefícios, queremos nos deixar contagiar pelo alegre anúncio desta liturgia. A chegada do Salvador renova nossa esperança, afasta todo desânimo e firma nossos passos no caminho de Deus. Este é o domingo da coleta da Campanha para a Evangelização”. (Liturgia Diária)

 

Tendo João, em sua prisão, ouvido falar das obras de Cristo, mandou-lhe dizer pelos seus discípulos: Sois vós aquele que deve vir, ou devemos esperar por outro?

O Papa Francisco explicou que “à primeira vista a resposta de Jesus não parece corresponder à interrogação de João Batista. Com efeito, Jesus diz: «Ide e contai a João o que ouvistes e o que vistes: os cegos veem, os coxos andam, os leprosos são limpos, os surdos ouvem, os mortos ressuscitam, o Evangelho é anunciado aos pobres… Bem-aventurado aquele para quem eu não for ocasião de escândalo!» (vv. 4-6). Aqui a intenção do Senhor Jesus torna-se clara: Ele responde que é o instrumento concreto da misericórdia do Pai, que vai ao encontro de todos, levando a consolação e a salvação, e deste modo manifesta o juízo de Deus. Os cegos, os coxos, os leprosos e os surdos recuperam a sua dignidade e já não vivem excluídos por causa da sua enfermidade, os mortos voltam a viver, enquanto aos pobres é anunciada a Boa Notícia”. (7\9\2016)

“Um dia, Jesus recebeu emissários de João Batista com a pergunta sobre sua identidade de Messias. De fato, João se revelou sempre radical em suas escolhas e profundamente honesto em seu desejo de fidelidade à missão recebida. Mandou-lhe a magnífica resposta: “Ide contar a João o que estais ouvindo e vendo: cegos recuperam a vista, paralíticos andam, leprosos são curados, surdos ouvem, mortos ressuscitam e aos pobres se anuncia a Boa-Nova. E feliz de quem não se escandaliza a meu respeito!” (Com. Canção Nova)

 

Ide e contai a João o que ouvistes e o que vistes: os cegos vêem, os coxos andam, os leprosos são limpos, os surdos ouvem, os mortos ressuscitam, o Evangelho é anunciado aos pobres…

O Papa Emérito Bento XVI disse que no Evangelho há um “contraste entre o elogio de João Batista, um dos “pequenos” que reconheceram o agir de Deus em Cristo Jesus (Mt 11,2-19), e a reprovação pela incredulidade das cidades do lago, “nas quais aconteceu a maior parte dos seus prodígios” (Mt 11,20-24). O júbilo, portanto, é visto por Mateus em relação às palavras com que Jesus constata a eficácia da sua Palavra e da sua ação: “Ide e contai a João o que ouvistes e o que vistes: os cegos veem, os coxos andam, os leprosos são limpos, os surdos ouvem, os mortos ressuscitam, o Evangelho é anunciado aos pobres… Bem-aventurado aquele para quem eu não for ocasião de queda!” (Mt 11,4-6). (7\12\2011)

“Ide e contai a João o que vistes e ouvistes: os cegos vêem , os coxos andam, os leprosos ficaam limpos, os surdos ouvem, os mortos ressuscitam, e o Evangelho aos pobres” (Mt., XI, 4–S): Meus filhos, escutastes o que o Senhor nos diz, as suas palavras comovem-me: amemos, pois, o desprendimento, amá-lo-emos com predileção, porque quando o espírito de pobreza abranda, é que toda a vida interior vai mal”. (São Josemaria Escrivá)

 

É dele que está escrito: Eis que eu envio meu mensageiro diante de ti para te preparar o caminho (Ml 3,1).

“João Batista sempre foi categórico ao afirmar “Eu não sou o Messias” (Jo 1, 20). Ao contrário, João foi a primeira “testemunha” de Jesus, tendo recebido a indicação do Céu: “Aquele sobre Quem vires o Espírito descer e permanecer é que batiza no Espírito Santo” (Jo 1, 33). Isto acontece precisamente quando Jesus, tendo recebido o batismo, saiu da água: João viu descer sobre ele o Espírito como uma pomba. Foi então que “conheceu” a plena realidade de Jesus de Nazaré, e começou a dá-lo a “conhecer a Israel” (Jo 1, 31), indicando-O como Filho de Deus e redentor do homem: “Eis o cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo” (Jo 1, 29)”. (D.Orani João Tempesta)

 

Conclusão:

O Catecismo (§1503) ensina: “A compaixão de Cristo para com os doentes e as suas numerosas curas de enfermos de toda a espécie são um sinal claro de que «Deus visitou o seu povo» e de que o Reino de Deus está próximo. Jesus tem poder não somente para curar, mas também para perdoar os pecados: veio curar o homem na sua totalidade, alma e corpo: é o médico de que os doentes precisam. A sua compaixão para com todos os que sofrem vai ao ponto de identificar-Se com eles: «Estive doente e visitastes-Me» (Mt 25, 36). O seu amor de predileção para com os enfermos não cessou, ao longo dos séculos, de despertar a atenção particular dos cristãos para aqueles que sofrem no corpo ou na alma. Ele está na origem de incansáveis esforços para os aliviar”.

Oração:

Do Papa Francisco: “Comprometamo-nos a não opor obstáculo algum à ação misericordiosa do Pai, mas peçamos o dom de uma fé grande para nos tornarmos, também nós, sinais e instrumentos de misericórdia”.

Jane Amábile – Com. Divino Espírito Santo

 

 

 

 

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