Trigésimo Domingo do Tempo Comum – A Parábola do Fariseu e do Publicano – São Lucas 18, 9-14 – Dia 23 de Outubro de 2016

17 de outubro de 2016 at 4:42 Deixe um comentário

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9.Jesus lhes disse ainda esta parábola a respeito de alguns que se vangloriavam como se fossem justos, e desprezavam os outros:

10.Subiram dois homens ao templo para orar. Um era fariseu; o outro, publicano.

11.O fariseu, em pé, orava no seu interior desta forma: Graças te dou, ó Deus, que não sou como os demais homens: ladrões, injustos e adúlteros; nem como o publicano que está ali.

12.Jejuo duas vezes na semana e pago o dízimo de todos os meus lucros.

13.O publicano, porém, mantendo-se à distância, não ousava sequer levantar os olhos ao céu, mas batia no peito, dizendo: Ó Deus, tem piedade de mim, que sou pecador!

14.Digo-vos: este voltou para casa justificado, e não o outro. Pois todo o que se exaltar será humilhado, e quem se humilhar será exaltado.

“Na presença do Senhor nos reunimos para haurir forças e coragem para a missão. Ele nos acolhe em nossas aflições e ouve  a oração dos que rezam com o coração sincero e humilde. Neste dia mundial das missões, lembremos que a Igreja local é responsável pela cooperação missionária em todo o mundo e celebremos a vida dos missionários e missionárias que anunciam com integridade a mensagem do Evangelho”. (Liturgia Diária)

O Papa Emérito Bento XVI  disse que  “Jesus indica inclusivamente um anônimo publicano como exemplo apreciável de confiança humilde na misericórdia divina:  enquanto o fariseu se vangloria da própria perfeição moral, “o cobrador de impostos… nem sequer ousava levantar os olhos para o céu, mas batia no peito, dizendo: “Ó Deus, tem piedade de mim, que sou pecador””. E Jesus comenta: “Digo-vos: Este voltou justificado para sua casa, e o outro não. Porque todo aquele que se exalta será humilhado, e quem se humilha será exaltado” (Lc 18, 13-14)”. (30\08\2006)

O Cardeal Geraldo Majella Agnelo ensinou que “o fariseu sobe ao templo: diz abertamente que para ele a oração é importante, e reza. Porém a sua palavra e a sua atitude são vazias: na realidade não procura Deus, mas a própria grandeza e se contenta com a sua perfeição humana. O publicano ao contrário sobe a Deus e se descobre afundado na miséria: tem necessidade  de sair do seu pecado e pede angustiadamente a ajuda de Deus”.

O Papa Francisco (em 01\06\16) explicou sobre o modo de orar do fariseu e do publicano:

“O fariseu, mais do que rezar, compraz-se consigo mesmo, com a sua observância dos mandamentos; mas a sua atitude e as suas palavras estão longe do modo de agir e falar de Deus, que ama a todos e não despreza os pecadores”.

“A atitude certa é a do publicano, os seus gestos de contrição e as poucas e simples palavras que diz – “ó Deus, tem piedade de mim, que sou pecador” – dão testemunho da sua condição miserável. A sua oração é essencial. Comporta-se humildemente, certo de ser apenas um pecador necessitado de compaixão”.

“O Senhor não inclina o ouvido para o rico, mas para o pobre e indigente, para o que é humilde e confessa as suas faltas, para o que implora misericórdia e não para o que se sente saciado, se engrandece, se auto elogia como se nada lhe faltasse e diz: «Dou-Te graças por não ser como este cobrador de impostos.» Enquanto este fariseu rico exaltava os seus méritos, o pobre publicano confessava seus pecados”.  (Santo Agostinho)

“O Papa Francisco salientou no final da sua catequese que Deus mostra preferência pela humildade, condição necessária para ser exaltados pelo Senhor de modo a experimentar a misericórdia que vem preencher o nosso vazio”. (Rádio Vaticana)

Conclusão:

“O cristão deve estar atento para não abrir a porta à tentação da soberba perante o outro homem e da auto justificação perante Deus. Pelo contrário, optará por uma atitude de caridade e grande compreensão em relação às outras pessoas como sempre fez Jesus e por um esvaziamento de si, para que Deus o encha do seu perdão e da sua misericórdia”. (Com. Canção Nova)

Oração:

“Que o Senhor Deus hoje nos ensine a oração agradável ao Seu coração, que Ele nos ensine a oração que realmente liberta a nossa alma. Que nunca seja a oração da justificação, mas sim a oração da contrição e do reconhecimento, por meio da qual tocamos em nossa miséria e jamais não nos sentimos superiores a ninguém”. (Padre Roger Araújo)

Jane Amábile – Com. Divino Espírito Santo

 

 

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