Décimo Domingo do Tempo Comum – A Viúva de Naim – São Lucas 7, 11 – 17 – Dia 05 de junho de 2016

30 de maio de 2016 at 5:33 Deixe um comentário

11.No dia seguinte dirigiu-se Jesus a uma cidade chamada Naim. Iam com ele diversos discípulos e muito povo.

12.Ao chegar perto da porta da cidade, eis que levavam um defunto a ser sepultado, filho único de uma viúva; acompanhava-a muita gente da cidade.

13.Vendo-a o Senhor, movido de compaixão para com ela, disse-lhe: Não chores!

14.E aproximando-se, tocou no esquife, e os que o levavam pararam. Disse Jesus: Moço, eu te ordeno, levanta-te.

15.Sentou-se o que estivera morto e começou a falar, e Jesus entregou-o à sua mãe.

16.Apoderou-se de todos o temor, e glorificavam a Deus, dizendo: Um grande profeta surgiu entre nós: Deus voltou os olhos para o seu povo.

17.A notícia deste fato correu por toda a Judéia e por toda a circunvizinhança.

“Neste domingo em que Jesus ressuscita o filho da viúva de Naim, somos convidados a reconhecer a chegada dos tempos messiânicos da salvação. Cristo vencedor da morte nos estende sua mão, animando-nos a sair da prostração, indiferença e falta de fé. Trazemos a esta Eucaristia todos os que choram e necessitam de misericórdia e compaixão”. (Liturgia Diária)

 

No dia seguinte dirigiu-se Jesus a uma cidade chamada Naim. Iam com ele diversos discípulos e muito povo. Ao chegar perto da porta da cidade, eis que levavam um defunto a ser sepultado, filho único de uma viúva; acompanhava-a muita gente da cidade. Vendo-a o Senhor, movido de compaixão para com ela, disse-lhe: Não chores!

O Papa Francisco disse que “Jesus, com os seus discípulos, está precisamente a chegar a Naim, uma aldeia da Galileia, precisamente no momento em que está a ser feito um funeral: é levado à sepultura um jovem, filho único de uma mulher viúva. O olhar de Jesus fixa imediatamente a mãe que chora. Diz o evangelista Lucas: «Vendo-a, o Senhor compadeceu-se dela» (v. 13). Este «compadecer-se» é o amor de Deus pelo homem, é a misericórdia, ou seja, a atitude de Deus em contato com a miséria humana, com a nossa indigência, com o nosso sofrimento e angústia”.

O Papa Emérito Bento XVI disse assim: Jesus “comoveu-se diante da viúva de Nain, uma mãe que tinha perdido o filho, o seu único filho. Escreve o Evangelista São Lucas que o Senhor a tranquilizou dizendo: “Não chores!” (cf. Lc 7, 14). Jesus repete ainda hoje a quem sofre estas palavras confortadoras: “Não chores”! Ele é solidário com cada um de nós e pede-nos, se quisermos ser seus discípulos, para testemunhar o seu amor a quem quer que se encontre em dificuldade”.(2008)

 

E aproximando-se, tocou no esquife, e os que o levavam pararam. Disse Jesus: Moço, eu te ordeno, levanta-te. Sentou-se o que estivera morto e começou a falar, e Jesus entregou-o à sua mãe. Apoderou-se de todos o temor, e glorificavam a Deus, dizendo: Um grande profeta surgiu entre nós: Deus voltou os olhos para o seu povo. A notícia deste fato correu por toda a Judéia e por toda a circunvizinhança.

O Papa Emérito Bento XVI explicou que “Jesus demonstrou um poder absoluto em relação a esta morte: vê-se isto, quando restitui a vida ao filho da viúva de Naim (Lc 7, 11-17)…”

“Um morto, ouviu a voz de Deus como quando do milagre da viúva de Naim: «Jovem, ordeno-te que te levantes» (Lc 7, 14; At 9, 40). Faremos milagres como Cristo, milagres como os primeiros apóstolos. Estes prodígios realizaram-se talvez em ti, em mim: talvez estivéssemos cegos, ou surdos, ou enfermos, ou sentíssemos a morte, quando a Palavra de Deus nos arrancou à nossa prostração. Se amamos a Cristo, se O seguimos, se é apenas a Ele que procuramos e não a nós mesmos, em Seu nome poderemos transmitir gratuitamente o que recebemos gratuitamente”. (São Josemaría Escrivá )

Jesus “a cada passo, confirmará o seu ensinamento extraordinário com os sinais do poder divino: restituirá a vista aos cegos, curará os doentes, até os mortos ressuscitará. E entre os mortos chamados à vida, contar-se-á a filha de Jairo – também ela com doze anos -, e o filho da viúva de Naim, restituído vivo à sua mãe banhada em lágrimas”. (São João Paulo II)

Conclusão:

Com as palavras do Papa Francisco: “A misericórdia de Deus dá vida ao homem, ressuscita-o da morte. O Senhor olha sempre para nós com misericórdia; não o esqueçamos, olha sempre para nós com misericórdia, espera-nos com misericórdia. Não tenhamos medo de nos aproximarmos d’Ele! Tem um coração misericordioso! Se lhe mostrarmos as nossas feridas interiores, os nossos pecados, Ele perdoar-nos-á sempre. É misericórdia pura! Vamos ao encontro de Jesus!”.

Oração:
Do Papa Emérito Bento XVI: “Confiemos esta oração a Maria Santíssima. Possa a sua intercessão revigorar a nossa fé e a nossa esperança em Jesus, especialmente nos momentos de maior provação e dificuldade”.

Jane Amábile – Com. Divino Espírito Santo

 

 

 

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