Archive for junho, 2014

Jesus, o Bom Pastor, falava a língua do povo – o Papa em Santa Marta nesta quinta-feira

 

2014-06-26 Rádio Vaticana

Na Missa em Santa Marta nesta quinta-feira o Papa Francisco baseou a sua homilia no Evangelho do dia onde podemos ler em S. Mateus, capítulo 7, versículos 28 e 29: “Quando Jesus acabou de falar, a multidão ficou vivamente impressionada com os seus ensinamentos, porque Ele ensinava-os como quem possui autoridade e não como os doutores da Lei.”.
Na sua meditação o Santo Padre chamou a atenção para o modo como Jesus falava com as pessoas, sublinhou mesmo que as multidões ficavam “maravilhadas com o seu ensinamento”. Os outros falavam, mas não chegavam ao povo. O Papa Francisco enumerou quatro grupos: os fariseus, antes de mais, faziam da religião um colar de mandamentos e os dez existentes passavam a ser trezentos, reduzindo a fé à casuística. Depois o Santo Padre citou ainda os saduceus que tinham perdido a fé e dedicavam-se aos acordos de poder, os zelotes que queriam fazer uma revolução para libertar o povo de Israel pela força e o Papa referiu ainda os essénios que eram monges que se tinham consagrado a Deus, mas que estavam longe do povo.

 

Segundo o Papa Francisco o povo seguia Jesus porque Ele era o Bom Pastor e falava a língua do povo:
“É por isto que o povo seguia Jesus, porque era o Bom Pastor. Não era nem um fariseu casuístico moralista, nem um saduceu que fazia negócios políticos com os poderosos, nem é um guerrilheiro que procurava a libertação política do seu povo, nem um contemplativo de mosteiro. Era um pastor! Um pastor que falava a língua do seu povo, fazia-se entender, dizia a verdade, as coisas de Deus: não negociava nunca as coisa de Deus! Mas dizia-as em tal modo que o povo amava as coisas de Deus. Por isso é que O seguia.”
O Papa Francisco concluiu a sua homilia exortando-nos a deixarmo-nos maravilhar por aquilo que Jesus nos diz. 

27 de junho de 2014 at 4:52 Deixe um comentário

Nossa Senhora do Perpétuo Socorro = 27 de Junho

Hoje, 27 de junho, é uma das festas mais antigas e belas de Nossa Senhora; “Nossa Senhora Mãe do Perpétuo Socorro”. Jesus é o Perpétuo Socorro. E esta festa é celebrada no mesmo dia do grande  S. Cirilo de Alexandria (330-442), bispo e doutor da Igreja, que presidiu o importantíssimo Concílio  de Éfeso que no ano de 431 proclamou solenemente Nossa Senhora como Mãe de Deus (Theotókos), diante da heresia de Nestório, patriarca de Constantinopla, que negava esta verdade.

A devoção à Nossa Senhora Mãe do Perpétuo Socorro é uma devoção universal, conhecida e venerada em todos os continentes do mundo, talvez a mais ampla e conhecida devoção de Nossa Senhora, especialmente no Oriente. No mundo todo são realizadas as famosas Novenas Perpétuas em honra de Nossa Senhora Mãe do Perpétuo Socorro. Esta novena começou em  11 de julho de 1922 nos EUA.

O famoso e conhecido quadro de Nossa Senhora do Perpétuo Socorro foi pintado em estilo bizantino e representa Nossa Senhora, Mãe de Deus, a Senhora das Dores, que socorre seu Filho ainda Menino assustado diante da visão de S. Miguel com o vaso de vinagre à esquerda e S. Gabriel com a Cruz à direita. A Criança divina assustada diante desses instrumentos de sua Paixão se refugia nos braços de sua Mãe, agarra em suas mãos e deixa cair a sandália do pé direito. A Mãe a acolhe e a prepara para um dia viver a Paixão redentora da humanidade.

Nossa Senhora tem o semblante coberto de tristeza e resignação e traz na cabeça a coroa de Rainha.

O quadro tem origem desconhecida; segundo um antiga tradição teria sido pintado por S. Lucas, o que não é garantido. Mas com certeza se sabe que desde 1499 é venerado em Roma. Em 1866, o Papa Pio IX o entregou aos Padres Redentoristas para que divulgassem essa devoção, o que eles fazem ainda hoje. Ela é a Patrona dos Redentoristas. Atualmente o quadro original se encontra na igreja de S. Afonso de Ligório em Roma.

Maria é a Senhora que nos apresenta Jesus, o Perpétuo Socorro da humanidade. Cada cristão precisa te-la como mãe. Aos pés da Cruz Jesus a entregou ao discípulo amado João, que representa toda a humanidade, cada um de nós, amados de Jesus. “Mãe, eis ai o teu filho; filho, eis ai a tua Mãe”. E o evangelista S. João diz que “ele a levou para a sua casa” (Jo 19, 25s).

S. João levou Nossa Senhora para morar com ele naquela casinha no alto das montanhas de Éfeso que existe ainda hoje, na Turquia. Eu já tive a oportunidade de estar ali em peregrinação. Éfeso era a capital da Província Romana da Ásia; ali havia cerca de 300 mil pessoas no tempo em que Nossa Senhora viveu com S. João.

Cada um de nós precisa também “levar Maria para sua casa” como Mãe, como Jesus mandou. Se Jesus no-la deu aos pés da Cruz, com lábios de sangue, é porque nós precisamos dela para nos ajudar na difícil caminhada da vida em busca da nossa salvação. Desprezar Nossa Senhora como mãe, seria, então, uma ofensa muito grave a Jesus; seria desprezar a última dádiva que Ele nos deixou antes de morrer por nós.

Prof. Felipe Aquino

27 de junho de 2014 at 4:47 Deixe um comentário

Sagrado Coração de Jesus – 27 de Junho

O Catecismo (§478) ensina: “Jesus conheceu-nos e amou-nos, a todos e a cada um, durante a sua vida, a sua agonia e a sua paixão, entregando-Se por cada um de nós: «O Filho de Deus amou-me e entregou-Se por mim» (Gl 2, 20). Amou-nos a todos com um coração humano. Por esse motivo, o Sagrado Coração de Jesus, trespassado pelos nossos pecados e para nossa salvação, é considerado sinal e símbolo por excelência… daquele amor com que o divino Redentor ama sem cessar o eterno Pai e todos os homens”.

26 de junho de 2014 at 17:57 Deixe um comentário

Hino do Vaticano


Favor clicar abaixo e à direita para assistir no Youtube.

26 de junho de 2014 at 8:02 Deixe um comentário

Evangelho Mateus 16,13-19.

 

O Evangelho desse domingo nos fala de São Pedro.

É a Solenidade de São Pedro e São Paulo, estes santos que são considerados “os cabeças dos apóstolos” e as duas colunas da Igreja Cristã, tanto na fé e pregação como no ardor e zelo missionários.

São Pedro é nosso pastor é na sua pessoa e nos seus sucessores que temos o sinal visível da unidade e da comunhão na fé e na caridade. São Paulo é o maior missionário de todos os tempos, o advogado dos pagãos.

São Pedro e São Paulo, rogai por nós!

Fonte: Canção Nova

26 de junho de 2014 at 7:58 Deixe um comentário

Apresentado Documento de trabalho para o Sínodo de Outubro sobre “Os desafios pastorais da família”

 

2014-06-26 Rádio Vaticana

“A família é um elemento essencial para todo e qualquer progresso humano e social sustentável.” – esta a mensagem tweet do Papa Francisco, neste dia em que foi divulgado o texto preparatório – o chamado “Instrumento de trabalho” – do Sínodo extraordinário de outubro próximo que terá como tema “Os desafios pastorais da família, no contexto da evangelização”. Numa conferência de imprensa, hoje ao meio-dia, foi apresentado este texto, divulgado nas seis línguas oficiais do Sínodo: alemão, espanhol, francês, inglês, italiano e português.
O Evangelho da família; as situações familiares difíceis; a educação para a vida e na fé no núcleo familiar: são as três áreas em que se desenvolve o Instrumentum Laboris. O documento contém e sintetiza as respostas ao questionário sobre os temas do matrimónio e da família, contido no Documento preparatório ao Sínodo, publicado em Novembro de 2013.
A primeira parte – “Comunicar o Evangelho da família hoje” – reitera antes de tudo o “dado bíblico” da família, baseada no matrimónio entre homem e mulher, criados à imagem e semelhança de Deus e colaboradores do Senhor no acolhimento e transmissão da vida.
Uma reflexão específica é dedicada à dificuldade de compreender o significado e o valor da “lei natural”, colocada na base da dimensão esponsal entre o homem e a mulher. Para muitos, “natural” é sinónimo de “espontâneo”, o que comporta que os direitos humanos são entendidos como a autodeterminação do sujeito individual que tende à realização dos próprios desejos.
Um outro grande desafio indicado pelo texto agora divulgado é a privatização da família, que já não é entendida como um elemento activo da sociedade e a sua célula fundamental. Por esta razão, é necessário que os núcleos familiares sejam tutelados pelo Estado e recuperem o seu papel de sujeitos sociais nos diferentes contextos: trabalho, educação, saúde, defesa da vida.
A segunda parte do Instrumento de Trabalho – “A pastoral da família diante dos novos desafios” – depois de ter recordado a importância da preparação para o matrimónio, da promoção da piedade popular em apoio à família e de uma espiritualidade familiar autenticamente missionária e não demasiado auto-referencial, chega ao coração dos desafios pastorais de hoje. São muitas as situações críticas que a família deve enfrentar hoje: fraqueza da figura paterna, fragmentação devida a divórcios e separações, violências e abusos contra as mulheres e crianças (“um dado realmente muito preocupante que interroga toda a sociedade e a pastoral familiar da Igreja”), tráfico de menores, drogas, alcoolismo, dependência do jogo a dinheiro e também a dependência das redes sociais que impede o diálogo em família e rouba o tempo livre para as relações interpessoais.
O documento sinodal destaca também o impacto do trabalho sobre a vida familiar: horários extenuantes, insegurança no emprego, flexibilidade que envolve longos trajectos, ausência do repouso dominical dificultam a possibilidade de estar juntos, em família.
O documento enfrenta, depois, as situações pastorais difíceis e sublinha que a coabitação e as uniões de facto são muitas vezes devidas a uma deficiência de formação sobre o matrimónio, a percepção do amor apenas como “um facto privado”, o medo do empenho conjugal entendido como perda da liberdade individual.
O documento dedica também uma grande parte às “situações de irregularidade canónica”, porque as respostas recebidas estão sobretudo focalizadas nos divorciados e casados novamente. Em geral, põe-se em destaque o número consistente daqueles que vivem com “negligência” de tal condição e não pedem, portanto, para se aproximarem da Eucaristia e da reconciliação.
Em certos casos, algumas Conferências episcopais pedem novos instrumentos para abrir a possibilidade de exercer “misericórdia, clemência e indulgência” para com as novas uniões.
O Instrumentum mostra que, para as situações difíceis que a Igreja não deve assumir uma atitude de juiz que condena, mas a de uma mãe que sempre acolhe os seus filhos, sublinhando que “não aceder aos sacramentos não significa ser excluído da vida cristã e da relação com Deus”
A propósito das uniões entre pessoas do mesmo sexo, se põe em evidência que todas as Conferências Episcopais dizem não à introdução de uma legislação que permite tal união “redefinindo” o matrimónio entre homem e mulher. Pede-se, contudo, uma atitude respeitosa e de não-julgamento em relação a estas pessoas, enquanto se destaca a falta de programas pastorais a este respeito, uma vez que se trata de fenómeno recentes.
A terceira parte do documento – “A abertura à vida e à responsabilidade educativa” – faz notar antes de mais que é pouco conhecida na sua dimensão positiva a doutrina da Igreja sobre a abertura à vida da parte dos esposos, pelo que é considerada como uma ingerência na vida do casal e uma limitação à autonomia da consciência. Daqui a confusão que se cria entre os contraceptivos e os métodos naturais de regulação da fertilidade. Relativamente à profilaxia contra a sida, é necessário que a Igreja explique melhor a sua posição, também para contrastar algumas “reduções caricaturais” dos meios de comunicação e para evitar reduzir o problema a uma mera questão “técnica”, quando na realidade se trata de “dramas que marcam profundamente a vida de inumeráveis pessoas.O “Instrumento de trabalho” para a preparação próxima e o debate da assembleia sinodal de outubro próximo conclui com a Oração à Sagrada Família, escrita pelo Papa e por ele mesmo recitada por ocasião do Angelus de 29 de dezembro passado, festa da Santa Família de Nazaré.

26 de junho de 2014 at 7:51 Deixe um comentário

“Ninguém se torna cristão por si mesmo” – o Papa na audiência geral afirmou que ser cristão é pertencer à Igreja

 

2014-06-25 Rádio Vaticana

Na audiência geral desta quarta-feira, dia 25 de junho, o Papa Francisco continuou, na sua catequese, a temática iniciada na semana passada: a Igreja. O Santo Padre, logo no início da sua intervenção, lançou a ideia fundamental da sua catequese deixando claro que “não estamos isolados, nem somos cristãos por conta própria.” Quando afirmamos que somos cristãos estamos a dizer que pertencemos à Igreja.
“A nossa identidade é pertença.”
Se acreditamos, se sabemos rezar, se conhecemos o Senhor e O reconhecemos nos nossos irmãos é porque outros, antes de nós, viveram a fé e no-la transmitiram e ensinaram – afirmou o Papa Francisco recordando todos aqueles que nas nossas famílias e nas comunidades nos transmitiram a fé.
Ninguém se torna cristão por si mesmo.
A Igreja é uma grande família – continuou o Santo Padre – na qual uma pessoa é acolhida e aprende a viver como crente, como discípulo de Jesus. Como disse o Papa nesta audiência o caminho da fé vive-se “… não apenas graças a outras pessoas, mas unidos a outras pessoas.”
Segundo o Papa Francisco, por vezes, ouve-se dizer: «Eu creio em Deus, creio em Jesus, mas a Igreja não me interessa…». Estas pessoas crêem que podem ter uma relação pessoal, direta, imediata com Jesus Cristo, fora da comunhão e da mediação da Igreja – sublinhou o Santo Padre. Não se pode amar a Deus sem amar os irmãos, não se pode estar em comunhão com Deus sem estar em comunhão com a Igreja e só podemos ser bons cristãos unidos a todos aqueles que procuram seguir Jesus, formando um só povo, um único corpo.
E isto significa pertencer à Igreja.
No final da catequese o Papa Francisco saudou também os peregrinos de língua portuguesa:
“Com cordial afeto, saúdo todos os peregrinos de língua portuguesa, em especial o grupo brasileiro de Nossa Senhora da Consolata, em São Manoel, e os fiéis do Santuário de Nossa Senhora do Porto, em Portugal. Irmãos e amigos, estais em boas mãos, estais nas mãos da Virgem Maria. Ela vos proteja da tentação de prescindir dos outros, de pôr a Igreja de lado, de pensar em salvar-vos sozinhos. Rezai por mim! Que Deus vos abençoe!
O Papa Francisco a todos deu a sua benção! (RS)

25 de junho de 2014 at 9:56 Deixe um comentário

Tríduo ao Sagrado Coração de Jesus

I. Primeiro Dia

Oh! Coração bondoso do meu Jesus, quanto fostes fiel às vossas promessas! Vós afiançastes à vossa dileta discípula santa Margarida que nos concederíeis qualquer graça, que vos pedíssemos pelos vossos merecimentos, contanto que se não opusesse ao bem da nossa alma. Ora, fiados nessas promessas, recorremos a Vós em nossas tribulações e vos dignastes valer-nos prontamente. Sede para sempre Bendito! Para vos agradecer a mercê que dispensastes, nós vos oferecemos os tributos de graças que os anjos e os santos vos prestam no céu e junto com eles repetimos: Bendito seja sempre e louvado o Coração que assim nos valeu.

Pai-Nosso, Ave-Maria e Glória ao Pai…

Doce Coração do meu Jesus, fazei que vos ame cada vez mais.

 

II.Segundo Dia

Não aconteça jamais, oh! Coração diviníssimo de Jesus, que de nós também vos queixeis, como dos leprosos, que depois de curados nem foram sequer vos agradecer. Não. Queremos, pelo contrário, imitar o único dentre eles que, mal se viu curado, voltou, glorificando a Deus, em altas vozes e se prostrou, dando-vos humílimas graças. Do mesmo modo vos bendizemos repetindo: Bendito seja sempre e louvado o Coração que assim nos valeu.

Pai-Nosso, Ave-Maria e Glória ao Pai…

Doce Coração do meu Jesus, fazei que vos ame cada vez mais.

 

III.Terceiro Dia

Pouco nos aproveitariam, oh! Senhor, as mercês até aqui recebidas, se delas não tomássemos impulsos, para confiarmos sempre mais em Vós, e crescermos na devoção ao vosso Coração. São estes os propósitos que fazemos agora na vossa presença e ao mesmo tempo as graças que vos pedimos. Sim, oh! Jesus, dai-nos uma confiança ilimitada, perpétua, sincera, no vosso Coração, em todas as nossas necessidades espirituais e temporais, de sorte que Só Nele busquemos o remédio a todos os nossos males. Fazei que cresça sempre em nós a devoção verdadeira, terna e confiante ao vosso Abençoado Coração, afim de que recorrendo sempre a ele, e alcançando quando pedimos, possamos cheios de reconhecimento e de júbilo, repetir:

Bendito seja sempre e louvado o Coração que assim nos valeu.

Pai-Nosso, Ave-Maria e Glória ao Pai…

Doce Coração do meu Jesus, fazei que vos ame cada vez mais.

 

 

25 de junho de 2014 at 9:55 Deixe um comentário

Preparar, discernir, diminuir: as vocações de S. João Batista – Papa em Santa Marta. O cristão não se anuncia a si próprio mas o Senhor

 

2014-06-24 Rádio Vaticana

   
O cristão não se anuncia a si próprio mas o Senhor – afirmou o Papa Francisco no dia em que se celebra a natividade de S. João Batista. Na Missa em Santa Marta nesta terça-feira, o Santo Padre na sua homilia propôs os três verbos vocacionais do Profeta: preparar, discernir, diminuir. João preparava o caminho do Senhor não retirando nada para si – sublinhou o Papa – e quando lhe perguntaram se ele era o Messias ele respondeu que tinha vindo preparar o caminho do Senhor. Eis, portanto, a primeira vocação de João Batista: preparar a vinda do Senhor. Mas há, desde logo, uma segunda vocação – afirmou o Santo Padre – a vocação do discernimento, ou seja, discernir, entre tanta gente quem fosse o Senhor. E o Espírito revelou-lhe isto e João teve a coragem de dizer: é este o Messias – evidenciou o Papa Francisco:
“É esta a segunda vocação de João: discernir, entre tanta gente boa, quem fosse o Senhor. E o Espírito revelou-lhe isto e ele teve a coragem de dizer: É este.”
A terceira vocação de S. João Batista foi aquela de diminuir-se – continuou o Papa – ele tinha vindo anunciar a vinda do Messias e era preciso que ele se fizesse pequeno até à humilhação que João Batista conheceu na sua morte. Sentenciado pelo preço de um capricho – sublinhou o Santo Padre – João é humilhado mas com o coração em paz. Na conclusão da sua homilia o Papa Francisco recordou as vocações de S. João Batista e afirmou ainda que é belo que um cristão pense assim a sua vocação: não anunciar-se a si próprio, mas o Senhor, praticando o discernimento:
“Três vocações num homem: preparar, discernir, deixar crescer o Senhor e diminuir-se a si próprio. Também é belo pensar a vocação do cristão assim. Um cristão não anuncia a si próprio, anuncia um outro, prepara o caminho a um outro: o Senhor. Um cristão deve saber discernir, deve conhecer como discernir a verdade daquilo que parece verdade e não é: homem de discernimento.” (RS)

24 de junho de 2014 at 13:08 Deixe um comentário

Papa Francisco no Twitter

24/06/2014
Como gostaria de ver toda a gente com um trabalho decente! É uma realidade essencial para a dignidade humana.
23/06/2014
Rezemos pelas comunidades cristãs do Médio Oriente, para que continuem a viver na terra onde o cristianismo tem as suas origens.
20/06/2014
Há tanta indiferença ao cruzar-se com o sofrimento. Esta indiferença deve ser combatida com actos concretos de caridade.
19/06/2014
Não há jamais motivo para perder a esperança. Jesus disse: «Eu estou convosco até ao fim do mundo».
17/06/2014
Às vezes descartamos os idosos, mas eles são um tesouro precioso: descartá-los, para além de ser injusto, é uma perda irreparável.

24 de junho de 2014 at 9:32 Deixe um comentário

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