Archive for janeiro, 2012

Frases de São Vicente de Paulo – 27 de Setembro

– “Amemos a Deus, meus irmãos, amemos a Deus, mas que isto seja a custa dos nossos braços, que isto seja com o suor dos nossos rostos”.

– “A perfeição não consiste na multiplicidade das coisas feitas, mas no fato de serem bem feitas”.
– “É preciso que vós e eu tomemos a resolução de jamais faltar à oração diária. Digo: diária, minhas Filhas, mas se pudesse, diria: não a deixemos nunca”.

Os que desejam realmente seguir as máximas de Cristo, devem ter em grande conta a simplicidade”.
” Se procurardes a Deus, encontra-Lo-eis por toda a parte…”
-” Não sou daqui nem dali, mas de qualquer lugar onde Deus quer que esteja”.
-” Nunca se tem Deus como Pai, se não tem Maria como Mãe”.
-” Não sei quem é mais carente: se o pobre que pede pão ou o rico que pede amor”.
-” Não me basta amar a Deus, se o meu próximo também não o ama”.
-” Dez vezes irão aos pobres, dez vezes encontrarão a Deus”.
-” Convém amar os pobres com um afeto especial, vendo neles a pessoa do próprio Cristo, e dando-lhes a importância que Ele mesmo dava”.
-” Só as verdades eternas podem encher o nosso coração”.
-“É preciso dar o seu coração, para obter em troca o dos outros”.
-” Os pobres abrem-nos a porta para a eternidade”.
-” Temos que atribuir a Deus qualquer bem que resulte de nossas ações, do contrário, deveríamos atribuir a nós todo o mal que ocorre na comunidade”.
-” Uma maneira ótima para se exercitar no amor de Cristo, é acostumar-se a tê-lo sempre presente em nós”.
-“É preciso unir-se ao próximo para unir-se a Deus”.

22 de janeiro de 2012 at 9:58 1 comentário

O Novo Mandamento

21 de janeiro de 2012 at 10:05 Deixe um comentário

Semana de Oração pela Unidade dos Cristãos – Papa Bento XVI – 18 de Janeiro de 2012

Queridos irmãos e irmãs,

Hoje tem início a Semana de Oração pela Unidade dos Cristãos, com a finalidade de permitir que a oração que o próprio Senhor fez na Última Ceia – «Que todos sejam um, ó Pai» (Jo 17, 21) – cresça até se tornar um imenso, unânime grito de todo o povo cristão, que pede a Deus o grande dom da unidade. Esta Semana de oração tem como tema «Todos seremos transformados pela vitória de Jesus Cristo, Nosso Senhor» e quer pôr em evidência o poder transformador da fé em Cristo, que anima a nossa oração pela unidade visível da Igreja, Corpo de Cristo. O caminho da Igreja e dos povos está nas mãos de Cristo ressuscitado, vitorioso sobre a morte e a injustiça, que Ele suportou e sofreu por todos nós. A unidade plena e visível dos cristãos, pela qual suspiramos e rezamos, exige uma conversão interior pessoal e comunitária que nos faça entrar na vida nova em Cristo, que é a nossa vitória verdadeira e definitiva; tal unidade exige que nos deixemos transformar cada vez mais perfeitamente à imagem de Cristo, para assim participarmos da sua vitória, pois só Ele é capaz de nos transformar, de fracos e titubeantes, em fortes e corajosos operadores de bem.

Amados peregrinos de língua portuguesa, nomeadamente os brasileiros vindos de São Paulo, Recife, Belo Horizonte e Rio de Janeiro, sede bem-vindos! A todos saúdo com grande afeto e alegria, exortando-vos a perseverar na oração, nesta Semana pela Unidade, para que possa crescer entre os cristãos o testemunho comum, a solidariedade e a colaboração! E que Deus vos abençoe!

20 de janeiro de 2012 at 19:18 Deixe um comentário

São Sebastião – 20 de Janeiro

20 de janeiro de 2012 at 10:30 Deixe um comentário

Santa Inês – 21 de Janeiro

 

Virgem e mártir, Santa Inês se deixou transformar pelo amor de Deus que é santo. Seu nome vem do grego, que significa pura. Ela pertenceu a uma família romana e, segundo os costumes do seu tempo, foi cuidada por uma aia (uma babá) que só a deixaria após o casamento.

Santa Inês tiva cerca de 12 anos quando um pretendente se aproximou dela; segundo a tradição, era filho do prefeito de Roma e estava encantado pela beleza física de Inês. Mas sua beleza principal é aquela que não passa: a comunhão com Deus. De maneira secreta, ela tinha feito uma descoberta vocacional, era chamada a ser uma das virgens consagradas do Senhor; e fez este compromisso. O jovem não sabia e, diante de tantas propostas, ela sempre dizia ‘não’. Até que ele denunciou Inês para as autoridades, porque sob o império de Diocleciano, era correr risco de vida. Quem renunciasse Jesus ficava com a própria vida; caso contrário, se tornava um mártir. Foi o que aconteceu com esta jovem de cerca de 12 ou 13 anos.

Tão conhecida e citada pelos santos padres, Santa Inês é modelo de uma pureza à prova de fogo, pois diante das autoridades e do imperador, ela se disse cristã. Eles começaram pelo diálogo, depois as diversas ameaças com fogo e tortura, mas em nada ela renunciava o seu Divino Esposo. Até que pegaram-na e a levaram para um lugar em Roma próprio da prostituição, mas ela deixou claro que Jesus Cristo, seu Divino Esposo, não abandona os seus. De fato, ela não foi manchada pelo pecado.

Auxiliada pelo Espírito Santo, com muita sabedoria, ela permaneceu fiel ao seu voto e ao seu compromisso; até que as autoridades, vendo que não podiam vencê-la pela ignorância, mandaram, então, degolar a jovem cristã. Ela perdeu a cabeça, mas não o coração, que ficou para sempre em Cristo.
Santa Inês tem uma basílica que foi consagrada a ela no lugar onde foi enterrada.
Santa Inês, rogai por nós!

Fonte: Canção Nova

19 de janeiro de 2012 at 7:22 Deixe um comentário

Espírito Santo

O Espírito Santo é amor porque :
Unge                                    
Purifica
Conduz                                                                                             
Lava
Sara.
Reúne
Liberta
Renova
Consola.
Orienta
Vivifica
Fortalece
Santifica.
Alegra
Anima
Encoraja
Inspira.
Ama
Transforma
Restaura
Edifica.

Jane Amábile

18 de janeiro de 2012 at 9:16 1 comentário

Vinde após mim; eu vos farei pescadores de homens – Terceiro Domingo do Tempo Comum – Marcos 1, 14-20

14. Depois que João foi preso, Jesus dirigiu-se para a Galileia. Pregava o Evangelho de Deus, e dizia:
15. “Completou-se o tempo e o Reino de Deus está próximo; fazei penitência e crede no Evangelho.”
16. Passando ao longo do mar da Galileia, viu Simão e André, seu irmão, que lançavam as redes ao mar, pois eram pescadores.
17. Jesus disse-lhes: “Vinde após mim; eu vos farei pescadores de homens.”
18. Eles, no mesmo instante, deixaram as redes e seguiram-no.
19. Uns poucos passos mais adiante, viu Tiago, filho de Zebedeu, e João, seu irmão, que estavam numa barca, consertando as redes. E chamou-os logo.
20. Eles deixaram na barca seu pai Zebedeu com os empregados e o seguiram.
O Evangelho de Jesus Cristo, segundo S. Marcos põe em evidência dois temas principais: a conversão e a vocação.

A Conversão

Converter-se é afastar-se do pecado e caminhar em direção a Deus. O Beato João Paulo II disse: “o homem desapega-se do mal para orientar-se para Deus”.

A conversão passa pelo coração contrito e humilhado. A Palavra diz:  “Rasgai vossos corações e não vossas vestes; voltai ao Senhor vosso Deus, porque ele é bom e compassivo, longânime e indulgente, pronto a arrepender-se do castigo que inflige. (Jl 2, 13)”

O Papa Bento XVI ensinou-nos sobre conversão: “Converter-se significa mudar de direção no caminho da vida: não com um pequeno ajustamento, mas com uma verdadeira inversão de marcha. Conversão é ir contra a corrente, onde a “corrente” é o estilo de vida superficial, incoerente e ilusório, que muitas vezes nos arrasta, nos domina e nos torna escravos do mal ou prisioneiros da mediocridade moral. Cristo Jesus é a meta final e o sentido profundo da conversão, ele é o caminho pelo qual todos são chamados a caminhar na vida, deixando-se iluminar pela sua luz e amparar pela sua força que move os nossos passos”.

O Beato João Paulo II disse assim sobre conversão: “A conversão é um momento-chave na vida interior de cada homem — na vida religioso-moral. Tem carácter múltiplo e realiza-se nos diversos períodos da vida. Nós falamos de conversão, quando ela é uma transformação fundamental que decide da mudança da direção da vida e do comportamento. Mas há também conversões quotidianas, que são externamente quase imperceptíveis e dizem respeito aos problemas aparentemente pequenos, mas importantes para o desenvolvimento da alma humana”.

No versículo 15 do Evangelho, Jesus Cristo fez um convite para que busquemos a conversão o quanto antes: “Completou-se o tempo e o Reino de Deus está próximo; fazei penitência e crede no Evangelho”.  O Senhor diz também no Livro do Apocalipse: “Mas o Justo faça a justiça e o santo santifique-se ainda mais. Eis que venho em breve; e a minha recompensa está comigo, para dar a cada um conforme as suas obras”. (22, 11b-12)

O tempo de nossa vida pode estar se completando. Nada sabemos sobre a durabilidade dela, só Deus sabe o dia e a hora de nossa morte. Busquemos, pois, ao Senhor enquanto podemos encontrá-lo. A Palavra diz: “Buscai o Senhor, já que ele se deixa encontrar; invocai-o, já que está perto”. (Is 55, 6)

O comentário da Liturgia desse domingo diz:  “O tempo é dom precioso que recebemos de Deus e por isso deve ser aproveitado e vivido bem. A Liturgia nos convida a agir sem demora, no momento presente, atendendo aos apelos de conversão e mudança suscitados pela Palavra de Deus e pelos acontecimentos. Acolhamos em nossa vida o tempo da graça e da opção pelo Evangelho.” (Liturgia Diária)

    A vocação

Vocação é o chamado que Deus tem para cada um de nós, para sermos testemunhas de Cristo ressuscitado no mundo. O Beato João Paulo II disse: “Vocação significa a chamada do homem por parte de Deus. Deus chama ao cumprimento das tarefas que assinala ao homem e, chamando-o, ordena-lhe que tenha confiança de chegar a cumprir a sua tarefa”.

O Evangelho narrado por São Marcos fala do chamado de Jesus aos primeiros apóstolos. São dois irmãos: Simão (Pedro) e o seu irmão André; depois de Tiago (filho de Zebedeu) e o seu irmão João. O Beato João Paulo II nos explicou: “Cristo chamou os primeiros dois perto do mar da Galileia quando, sendo pescadores, “lançavam as redes ao mar” (Mc 1, 26). Disse-lhes “Vinde após Mim e farei de vós pescadores de homens” (V.17). Os outros chamou-os, quando junto do mesmo mar “estavam no barco a consertar as redes” (V.19). E também eles, “deixando no barco o seu pai Zebedeu com os assalariados O seguiram” (V. 20).

Todos nós batizados somos chamados por Deus para exercer um serviço na construção do seu Reino, através de uma vocação. Mas há uma vocação especial a qual Deus chama aos jovens com insistência: a vocação ao sacerdócio. A Igreja, dotada de dons do Espírito Santo, faz frutificar vocações sacerdotais continuamente para que nunca venha a faltar.  A Palavra diz: “Ora, vós sois o corpo de Cristo e cada um, de sua parte, é um dos seus membros.  Na Igreja, Deus constituiu primeiramente os apóstolos, em segundo lugar os profetas, em terceiro lugar os doutores, depois os que têm o dom dos milagres, o dom de curar, de socorrer, de governar, de falar diversas línguas”.(1 Cor 12, 27-28)

 No versículo 17, o evangelista narra o chamado que Jesus fez a Simão e André para serem seus apóstolos:  “Jesus disse-lhes: “Vinde após mim; eu vos farei pescadores de homens”.  Eles, no mesmo instante, deixaram as redes e seguiram-no”.   O Beato João Paulo II disse:  “Ofereço as minhas orações especiais aos jovens que já tomaram a decisão de seguir a formação sacerdotal. É fundamental que os futuros ministros da Igreja recebam uma adequada formação filosófica, teológica e espiritual, a fim de poderem compreender de maneira realista o valor de uma vida feita de pobreza, de castidade e de obediência. Hoje, mais do que nunca, os sacerdotes são chamados a constituir um sinal de contradição no seio das sociedades, que se tornam cada vez mais secularizadas e materialistas”.

O Catecismo (1535) ensina: “Os que recebem o sacramento da Ordem são consagrados para serem, em nome de Cristo, «com a palavra e a graça de Deus, os pastores da igreja». O Papa Bento XVI ensinou-nos:  “A Igreja foi constituída sobre o fundamento dos Apóstolos como comunidade de fé, de esperança e de caridade. Através dos Apóstolos, remontamos ao próprio Cristo. A Igreja começou a construir-se quando alguns pescadores da Galileia encontraram Jesus, deixaram-se conquistar pelo seu olhar, pela sua voz, pelo seu convite caloroso e forte: “Vinde comigo e farei de vós pescadores de homens” (V. 17).

Para que mais jovens abracem a vocação sacerdotal é necessário que os ministros ordenados deem testemunho de fé, amor e fidelidade à frente do rebanho de Jesus Cristo. O Beato João Paulo II disse: “São coisas atraentes para os jovens que estão a considerar a possibilidade de abraçar uma vida de serviço sacerdotal ou religioso, o exemplo de um sacerdote zeloso que não só ama o sacerdócio, mas que também exerce o seu ministério com alegria e dedicação. Através da paternidade espiritual do presbítero, o Espírito Santo convida muitas pessoas a seguir ainda mais de perto as pegadas de Jesus Cristo: “Vinde após mim, e Eu farei de vós pescadores de homens” (Mt 4, 19).

O Beato João Paulo II continuou dizendo: “É indispensável que haja modelos eloquentes, capazes de fazer brilhar aos seus olhos a grandeza e a sublimidade do sacerdócio ministerial, assim como a profunda felicidade que se sente, ao entregar-se totalmente a Cristo, ao serviço da Igreja”.

São João Maria Vianney disse assim: “Quem coloca Jesus no Sacrário? O padre. Quem acolheu nossa alma na entrada da vida? O padre. Quem alimenta nossa vida na peregrinação terrestre? O padre. Quem prepara nossa alma para comparecer diante de Deus? O padre.  o padre quem dá continuidade a obra da redenção na terra”.

Amemos, pois,  os nossos sacerdotes e cuidemos com carinho de cada um, pois somente eles é que podem, através do Espírito Santo, transformar o pão no Corpo de Cristo e o vinho no Sangue de Cristo (transubstanciação). Que Maria Santíssima interceda junto a Jesus Cristo, por mais vocações sacerdotais para a Igreja Católica Apostólica Romana. E que guarde todos os sacerdotes em seu precioso manto.

Oração pelas vocações:

Senhor da messe e pastor do rebanho, faz ressoar em nossos ouvidos o teu forte e suave convite: “Vem e segue-me”! Derrama sobre nós o teu Espírito, que Ele nos dê sabedoria para ver o caminho e generosidade para seguir a tua voz. Senhor, que a messe não se perca por falta de operários. Desperta as nossas comunidades para a missão. Ensina a nossa vida a ser serviço. Fortalece os que querem dedicar-se ao Reino, na vida consagrada e religiosa. Senhor, que o rebanho não pereça por falta de pastores. Sustenta a fidelidade dos nossos bispos, padres e ministros. Dá perseverança aos nossos seminaristas. Desperta o coração dos nossos jovens para o ministério pastoral na tua Igreja. Senhor da messe e pastor do rebanho, chama-nos para o serviço do teu povo. Maria, Mãe da Igreja, modelo dos servidores do Evangelho, ajuda-nos a responder “sim”. Amém.

  Jane Amábile – Com. Divino Espírito Santo

17 de janeiro de 2012 at 13:20 2 comentários

Rainha do meu coração – Fernando e Luciano

16 de janeiro de 2012 at 23:57 Deixe um comentário

Santo Antão, Abade – 17 de Janeiro

16 de janeiro de 2012 at 10:24 Deixe um comentário

Angelus do Papa Bento XVI – Segundo Domingo do Tempo Comum – 15/01/2012

Queridos irmãos e irmãs!

Nas Leituras bíblicas deste domingo – segundo do Tempo Comum – emerge o tema da vocação: no Evangelho é o chamado dos primeiros discípulos por parte de Jesus, na primeira Leitura é o chamado do profeta Samuel. Em ambas as histórias, se destaca a importância da figura que desenvolve um papel de mediador, ajudando as pessoas chamadas a reconhecer a voz de Deus e segui-la.

No caso de Samuel, se trata de Eli, sacerdote do templo de Shiloh, onde ficava antigamente a arca da aliança, antes de ser transportada para Jerusalém. Uma noite, Samuel, que era ainda um garoto e desde pequeno vivia a serviço do templo, por três vezes seguidas sentiu ser chamado em seu sono e foi a Eli. Mas não era ele a chamá-lo. Na terceira vez, Eli entendeu e disse a Samuel: Se te chamarem ainda, responda: “Fala-me, Senhor, porque o teu servo te escuta”(1 Sam 3,9).

Assim foi, e desde então Samuel aprendeu a reconhecer as palavras de Deus e se torna seu fiel profeta.

No caso dos discípulos de Jesus, a figura mediadora é aquela de João Batista. Na verdade, João havia um vasto círculo de discípulos, e entre estes, existia também dois pares de irmãos: Simão e André, Tiago e João, pescadores da Galiléia

Justamente a dois desses, Batista indicou Jesus, no dia depois de seu batismo no rio Jordão. Indicou-o a eles dizendo: “Eis o cordeiro de Deus!” (Jo 1,36), que equivale a dizer: Eis o Messias. E aqueles dois seguiram Jesus, permaneceram por um longo tempo com Ele e se convenceram que era realmente o Cristo. Logo, disseram aos outros, e assim se formou o primeiro núcleo daquele que se tornaria o colégio dos Apóstolos.

Sob a luz desses dois textos, gostaria de destacar o papel decisivo do guia espiritual no caminho de fé e, em particular, na resposta à vocação de especial consagração para o serviço de Deus e do seu povo.

Já esta mesma fé cristã, por si, pressupõe o anúncio e o testemunho: de fato essa consiste na adesão à boa nova que é Jesus de Nazaré, que morreu e ressuscitou, e que é Deus. E assim, também o chamado a seguir Jesus, mais de perto, renunciando a formar uma própria família para dedicar-se à grande família da Igreja, passa normalmente através do testemunho e da proposta de um “irmão maior”, normalmente um sacerdote.

Isso sem esquecer o papel fundamental dos pais, que com sua fé genuína e alegre e seu amor conjugal mostram aos filhos que é lindo e é possível construir toda a vida sobre o amor de Deus.

Queridos amigos, rezamos a Virgem Maria para todos os educadores, especialmente os sacerdotes e pais, para que tenham plena consciência da importância de seu papel espiritual, para favorecer nos jovens, além do crescimento humano, a resposta ao chamado de Deus, a dizer: “Fala, Senhor, o teu servo te escuta”.

Fonte: Canção Nova

15 de janeiro de 2012 at 12:15 Deixe um comentário

Posts antigos Posts mais recentes


Arquivos

ADMINISTRADORA DO BLOG:

Jane Amábile

Digite seu endereço de email para acompanhar esse blog e receber notificações de novos posts por email.

Junte-se aos outros seguidores de 373

Categorias