Archive for outubro, 2011

Trigésimo Primeiro Domingo do Tempo Comum – Mateus 23, 1-12

1. Dirigindo-se, então, Jesus à multidão e aos seus discípulos, disse:  

2. Os escribas e os fariseus sentaram-se na cadeira de Moisés.  

3. Observai e fazei tudo o que eles dizem, mas não façais como eles, pois dizem e não fazem.  

4. Atam fardos pesados e esmagadores e com eles sobrecarregam os ombros dos homens, mas não querem movê-los sequer com o dedo.  

5. Fazem todas as suas ações para serem vistos pelos homens, por isso trazem largas faixas e longas franjas nos seus mantos.  

6. Gostam dos primeiros lugares nos banquetes e das primeiras cadeiras nas sinagogas.  

7. Gostam de ser saudados nas praças públicas e de ser chamados rabi pelos homens.  

8. Mas vós não vos façais chamar rabi, porque um só é o vosso preceptor, e vós sois todos irmãos.  

9. E a ninguém chameis de pai sobre a terra, porque um só é vosso Pai, aquele que está nos céus.  

10. Nem vos façais chamar de mestres, porque só tendes um Mestre, o Cristo.  

11. O maior dentre vós será vosso servo.  

12. Aquele que se exaltar será humilhado, e aquele que se humilhar será exaltado. 

26 de outubro de 2011 at 11:02 Deixe um comentário

São Simão e São Judas Tadeu – 28 de outubro

26 de outubro de 2011 at 0:05 Deixe um comentário

Amor que é amor dura a vida inteira – Padre Fábio de Melo

Amor que é amor dura a vida inteira. Se não durou é porque nunca foi amor. O amor resiste à distância, ao silêncio das separações e até às traições. Sem perdão não há amor. Diga-me quem você mais perdoou na vida, e eu então saberei dizer quem você mais amou. O amor é equação onde prevalece a multiplicação do perdão. Você o percebe no momento em que o outro fez tudo errado, e mesmo assim você olha nos olhos dele e diz: “Mesmo fazendo tudo errado, eu não sei viver sem você. Eu não posso ser nem a metade do que sou se você não estiver por perto”. O amor nos possibilita enxergar lugares do nosso coração os quais sozinhos jamais poderíamos enxergar. O poeta soube traduzir bem quando disse: “Se eu não te amasse tanto assim, talvez perdesse os sonhos dentro de mim e vivesse na escuridão. Se eu não te amasse tanto assim talvez não visse flores por onde eu vi, dentro do meu coração!” Bonito isso. Enxergar sonhos que antes eu não saberia ver sozinho. Enxergar só porque o outro me emprestou os olhos, socorreu-me em minha cegueira. Eu possuía e não sabia. O outro me apontou, me deu a chave, me entregou a senha. Coisas que Jesus fazia o tempo todo. Apontava jardins secretos em aparentes desertos. Na aridez do coração de Madalena, Jesus encontrou orquídeas preciosas. Fez vê-las e chamou a atenção para a necessidade de cultivá-las. Fico pensando que evangelizar talvez seja isso: descobrir jardins em lugares que consideramos impróprios. Os jardineiros sabem disso. Amam as flores e por isso cuidam de cada detalhe, porque sabem que não há amor fora da experiência do cuidado. A cada dia, o jardineiro perdoa as suas roseiras. Sabe identificar que a ausência de flores não significa a morte absoluta, mas o repouso do preparo. Quem não souber viver o silêncio da preparação não terá o que florir depois… Precisamos aprender isso. Olhar para aquele que nos magoou e descobrir que as roseiras não dão flores fora do tempo nem tampouco fora do cultivo. Se não há flores, talvez seja porque ainda não tenha chegado a hora de florir. Cada roseira tem seu estatuto, suas regras… Se não há flores, talvez seja porque até então ninguém tenha dado a atenção necessária para o cultivo daquela roseira. A vida requer cuidado. Os amores também. Flores e espinhos são belezas que se dão juntas. Não queira uma só. Elas não sabem viver sozinhas… Quem quiser levar a rosa para sua vida, terá de saber que com ela vão inúmeros espinhos. Mas não se preocupe. A beleza da rosa vale o incômodo dos espinhos… ou não.

25 de outubro de 2011 at 12:19 Deixe um comentário

Livre acesso – Eliana Ribeiro

25 de outubro de 2011 at 0:06 Deixe um comentário

Oração ao Sagrado Coração de Jesus!

Abri-me o Vosso Sagrado Coração, ó Jesus, mostrai-me os seus encantos, uni-me a ele para sempre. Que todos os movimentos e palpitações do meu coração, mesmo durante o sono, Vos sejam um testemunho do meu amor e vos digam sem cessar: “Sim, Senhor Jesus, eu Vos adoro… Aceitai o pouco bem que pratico…Fazei-me  reparar o mal cometido…”, para que Vos louve no tempo e Vos bendiga durante a eternidade.

Amém.

24 de outubro de 2011 at 13:06 Deixe um comentário

Catequese de Bento XVI sobre a oração (6)

 

CATEQUESE
Praça de São Pedro
Quarta-feira, 15 de junho de 2011

Queridos irmãos e irmãs,

Na história religiosa do Israel antigo, grande relevância tiveram os profetas com os seus ensinamentos e pregação. Entre esses, emerge a figura de Elias, suscitado por Deus para levar o povo à conversão. O seu nome significa “o Senhor é o meu Deus” e é de acordo com esse nome que vive sua vida, toda consagrada a provocar no povo o reconhecimento do Senhor como único Deus. De Elias, o Eclesiástico diz: “Suas palavras queimavam como uma tocha ardente. Elias, o profeta, levantou-se em breve como um fogo” (Eclo 48,1). Com essa chama, Israel reencontrava o seu caminho rumo a Deus. No seu ministério, Elias reza: invoca o Senhor para que dê novamente a vida ao filho de uma viúva que o havia hospedado (cf. 1Re 17,17-24), brada a Deus o seu cansaço e a sua angústia enquanto foge para o deserto, prometido de morte pela rainha Jezabel (cf. 1Re 19,1-4), mas é sobretudo sobre o Monte Carmelo que se mostra em todo o seu poder de intercessor quando, diante de todo o Israel, reza ao Senhor para que se manifeste e converta o coração do povo. É o episódio narrado no capítulo 18 do Primeiro Livro dos Reis, sobre o qual hoje nos detemos.

Encontramo-nos no reino do Norte, no IX século a.C., no tempo do rei Acab, em um momento em que em Israel se havia criado uma situação de aberto sincretismo. Ao lado do Senhor, o povo também adorava Baal, o ídolo tranquilizador do qual se acreditava que viesse o dom da chuva e ao qual, por isso, atribuía-se o poder de dar fertilidade aos campos e vida aos homens e ao gado. Ainda que pretendendo seguir o Senhor, Deus invisível e misterioso, o povo buscava segurança também em um deus compreensível e previsível, do qual pensava poder obter fecundidade e prosperidade em troca de sacrifícios. Israel estava cedendo à sedução da idolatria, a contínua tentação do fiel, iludindo-se em poder “servir a dois senhores” (cf. Mt 6,24; Lc 16,13), e de facilitar os caminhos impenetráveis da fé no Onipotente recolocando a própria confiança também em um deus impotente feito pelos homens.

É exatamente para desmascarar a insensatez enganadora de tal atitude que Elias faz o povo se reunir sobre o Monte Carmelo e o coloca diante da necessidade de fazer uma escolha: “Se o Senhor é Deus, segui-o, mas se é Baal, segui a Baal” (1Re 18, 21). E o profeta, portador do amor de Deus, não deixa somente a sua gente diante daquela escolha, mas ajuda-a, indicando o sinal que revelará a verdade: tanto ele quanto os profetas de Baal preparam um sacrifício e rezam, e o verdadeiro Deus se manifestará respondendo com o fogo que consumirá a oferenda. Começa assim o confronto entre o profeta Elias e os seguidores de Baal, que, na realidade, é entre o Senhor de Israel, Deus de salvação e vida, e o ídolo mudo e sem consistência, que nada pode fazer, nem o bem nem o mal (cf. Jer 10,5). E inicia também o confronto entre dois modos completamente distintos de dirigir-se a Deus para rezar.

Os profetas de Baal, de fato, gritam, agitam-se, dançam saltando, entram em um estado de exaltação, chegando a fazer incisões sobre o corpo, “com espadas e lanças, até banhar-se todos de sangue” (1Re 18,28). Esses recorrem a si mesmos para interpelar o seu deus, confiando em suas próprias capacidades para provocar a resposta. Revela-se assim a realidade enganatória do ídolo: esse é pensado pelo homem como algo de que se pode dispor, que se pode gerir com as próprias forças, ao qual se pode chegar a partir de si mesmos e da própria força vital. A adoração do ídolo, ao invés de abrir o coração humano à Alteridade, a uma relação libertadora que permita sair do espaço estreito do próprio egoísmo para chega a dimensões de amor e dom recíproco, fecha a pessoa no círculo exclusivo e desesperador da busca de si. E o engano é tal que, adorando o ídolo, o homem se encontra forçado a ações extremas, na ilusória tentativa de submetê-lo á própria vontade. Por isso os profetas de Baal chegam ao ponto de provocar mal a si mesmos, a infligir-se feridas sobre o corpo, em um gesto dramaticamente irônico: para ter uma resposta, um sinal de vida do seu deus, esses se cobrem de sangue, cobrindo-se simbolicamente de morte.

Muito mais atitude de oração, ao contrário, é aquela de Elias. Ele pede ao povo para que se aproxime, envolvendo-o assim na sua ação e na sua súplica. O objetivo do desafio por ele lançado aos profetas de Baal era o de reportar a Deus o povo que havia se perdido seguindo os ídolos; por isso ele deseja que Israel se una a ele, tornando-se participante e protagonista da sua oração e do quanto está acontecendo. Depois o profeta erige um altar, utilizando, como recita o texto, “doze pedras, segundo o número das doze tribos saídas dos filhos de Jacó, a quem o Senhor dissera: ‘Tu te chamarás Israel'” (v. 31). Aquelas pedras representam todo o Israel e são a memória tangível da história da eleição, da predileção e da salvação da qual o povo era objeto. O gesto litúrgico de Elias tem uma importância decisiva; o altar é o lugar sagrado que indica a presença do Senhor, mas aquelas pedras que o compõem representam o povo, que agora, pela mediação do profeta, está simbolicamente colocado diante de Deus, torna-se “altar”, lugar de oferta e de sacrifício.

Mas é necessário que o símbolo torne-se realidade, que Israel reconheça o verdadeiro Deus e reencontre a própria identidade de povo do Senhor. Por isso Elias pede a Deus que se manifeste, e aquelas doze pedras que deviam recordar a Israel a sua verdade servem também para recordar o Senhor de sua fidelidade, à qual o profeta apela na oração. As palavras da sua invocação são densas de significado e de fé: “Senhor, Deus de Abraão, de Isaac e de Israel, saibam todos hoje que sois o Deus de Israel, que eu sou vosso servo e que por vossa ordem fiz todas estas coisas. Ouvi-me, Senhor, ouvi-me: que este povo reconheça que vós, Senhor, sois Deus, e que sois vós que converteis os seus corações!” (vv. 36-37; cf. Gen 32, 36-37). Elias dirige-se ao Senhor chamando-o Deus dos Pais, fazendo assim implícita memória das promessas divinas e da história de eleição e de aliança que indissoluvelmente uniu o Senhor ao seu povo. O envolvimento de Deus na história dos homens é tal que também o seu Nome está inseparavelmente conectado àquela dos Patriarcas e o profeta pronuncia aquele Nome santo para que Deus recorde e se mostre fiel, mas também para que Israel se sinta chamado pelo nome e reencontre a sua fidelidade. O título divino pronunciado por Elias parece de fato um pouco surpreendente. Ao invés de usar a fórmula habitual, “Deus de Abraão, de Isaac e de Jacó”, ele utiliza um apelativo menos comum: “Deus de Abraão, de Isaac e de Israel”. A substituição do nome “Jacó” por “Israel” evoca a luta de Jacó às margens do Yabboq com a mudança do nome ao qual o narrador faz explícita referência (cf. Gen 32,31) e da qual falei em uma das catequeses passadas. Tal substituição adquire uma importância significativa dentro da invocação de Elias. O profeta está rezando pelo povo do reino do Norte, que se chamava de fato Israel, distinto de Judá, que indicava o reino do Sul. E agora, esse povo, que parece ter esquecido a própria origem e o próprio relacionamento privilegiado com o Senhor, se ouve chamar pelo nome enquanto é pronunciado o Nome de Deus, Deus do Patriarca e Deus do povo: “Senhor, Deus […] de Israel, hoje se saiba que tu és Deus em Israel”.

O povo pelo qual Elias reza é colocado diante da própria verdade, e o profeta pede que também a verdade do Senhor manifeste-se e que Ele intervenha para converter Israel, tirando-o da idolatria e levando-o assim à salvação. O seu pedido é que o povo finalmente saiba, conheça em plenitude quem verdadeiramente é o seu Deus, e faça a escolha decisiva de seguir a Ele somente, o verdadeiro Deus. Porque somente assim Deus é reconhecido por aquilo que é, Absoluto e Transcendente, sem a possibilidade de colocá-lo ao lado de outros deuses, que O negariam como absoluto, relativizando-O. É essa a fé que faz de Israel o povo de Deus; é a fé proclamada no conhecido texto do Shema‘ Israel: “Ouve, ó Israel! O Senhor, nosso Deus, é o único Senhor. Amarás o Senhor, teu Deus, de todo o teu coração, de toda a tua alma e de todas as tuas forças” (Dt 6,4-5). Ao absoluto de Deus, o fiel deve responder com um amor absoluto, total, que comprometa toda a sua vida, as suas forças, o seu coração. E é exatamente pelo coração do seu povo que o profeta, com a sua oração, está implorando conversão: “este povo reconheça que vós, Senhor, sois Deus, e que sois vós que converteis os seus corações!” (1Re 18,37). Elias, com a sua intercessão, pede a Deus aquilo que Deus mesmo deseja fazer, manifestar-se em toda a sua misericórdia, fiel à própria realidade de Senhor da vida que perdoa, converte, transforma.

E é isso que acontece: “Então, subitamente, o fogo do Senhor baixou do céu e consumiu o holocausto, a lenha, as pedras, a poeira e até mesmo a água da valeta. Vendo isso, o povo prostrou-se com o rosto por terra, e exclamou: ‘O Senhor é Deus! O Senhor é Deus!'” (vv. 38-39). O fogo, esse elemento ao mesmo tempo necessário e terrível, ligado às manifestações divinas da sarça ardente e do Sinai, agora serve para assinalar o amor de Deus que responde à oração e se revela ao seu povo. Baal, o deus mudo e impotente, não respondeu às invocações dos seus profetas; o Senhor, pelo contrário, responde, e de modo inequívoco, não somente queimando a oferenda, mas mesmo secando toda a água que estava derramada em torno do altar. Israel não pode mais ter dúvidas; a misericórdia divina veio ao encontro da sua debilidade, das suas dúvidas, da sua falta de fé. Então, Baal, o ídolo vão, é vencido, e o povo, que parecia perdido, reencontrou a estrada da verdade e reencontrou a si mesmo.

Queridos irmãos e irmãs, o que diz a nós essa história do passado? Qual é o presente desta história? Antes de mais nada, está em questão a prioridade do primeiro mandamento: adorar somente a Deus. Onde desaparece Deus, o homem cai na escravidão das idolatrias, como mostraram, no nosso tempo, os regimes totalitários e como mostram também diversas formas do niilismo, que tornam o homem dependente dos ídolos, da idolatria; escravizam-no. Segundo. O objetivo primário da oração é a conversão: o fogo de Deus que transforma o nosso coração e nos torna capazes de ver a Deus e, assim, viver segundo Deus e viver pelo outro. E o terceiro ponto. Os Padres dizem-nos que também essa história de um profeta é profética, está– dizem – à sombra do futuro, do futuro Cristo; é um passo no caminho rumo a Cristo. E dizem-nos que aqui vemos o verdadeiro fogo de Deus: o amor que guia o Senhor até a cruz, até o dom total de si. A verdadeira adoração de Deus, portanto, é dar a si mesmo a Deus e aos homens, a verdadeira adoração é o amor. E a verdadeira adoração a Deus não destrói, mas renova, transforma. Certamente, o fogo de Deus, o fogo do amor queima, transforma, purifica, mas mesmo assim não destrói, mas sim cria a verdade do nosso ser, recria o nosso coração. E, assim, realmente vivos pela graça do fogo do Espírito Santo, do amor de Deus, somos adoradores em espírito e em verdade. Obrigado.

 

24 de outubro de 2011 at 0:22 Deixe um comentário

Oração pelos povos – Bélgica

                Nossa Senhora de Banneux, rogai por nós!

Mensagem do Beato João Paulo II  às dioceses da Bélgica:

Ao confiar-te à intercessão de Nossa Senhora de Banneux e dos Santos da tua terra, concedo-te de todo o coração a Bênção Apostólica, que faço extensiva aos fiéis que se dirigirem ao santuário de Banneux no espírito do Grande Jubileu, aos sacerdotes e aos fiéis da tua diocese e de todas as dioceses da Bélgica.  

23 de outubro de 2011 at 11:59 Deixe um comentário

“Casamento em crise”.

23 de outubro de 2011 at 0:04 Deixe um comentário

A Celebração da Santa Missa


Oi Crianças!

Antes de morrer na cruz, Jesus convidou seus discípulos para cear com Ele.

Foi nesse momento que o Senhor instituiu a Sagrada Eucaristia. Foi assim:

Jesus Cristo tomou o pão, deu graças e o partiu e deu a seus discípulos, dizendo:

“TOMAI,TODOS, E COMEI: ISTO É O MEU CORPO, QUE SERÁ ENTREGUE POR VÓS.”

Depois Jesus tomou o cálice em suas mãos, deu graças novamente e o deu a seus discípulos, dizendo:

“TOMAI, TODOS, E BEBEI: ESTE É O CÁLICE DO MEU SANGUE, O SANGUE DA NOVA E ETERNA ALIANÇA,QUE SERÁ DERRAMADO POR VÓS E POR TODOS PARA REMISSÃO DOS PECADOS. FAZEI ISTO EM MEMÓRIA DE MIM.”

Na Missa celebra-se o Mistério Pascal de Cristo: a Sua Paixão, Morte e Ressurreição, por isso a Santa Missa é a maior celebração católica que há.

 E ela acontece exatamente da mesma forma em todas as Igrejas Católicas, do mundo inteiro.

A missa possui duas partes:
A Liturgia da Palavra: é o momento que compreende antes, durante e depois da leitura da Palavra de Deus.

A Liturgia Eucarística: é o momento que abrange os ritos Eucarísticos, incluindo o Ofertório, a Consagração e a Comunhão Eucarística.

A Santa Missa só pode ser celebrada por aqueles que foram ungidos com o sacramento da Ordem para serem sacerdotes.

Pois somente eles poderão fazer a consagração do pão e do vinho, que serão transubstanciados no Corpo e no Sangue de nosso Senhor Jesus Cristo.

 Na ausência dos sacerdotes faz-se a Celebração da Palavra, que não contém todas as partes da Liturgia Eucarística, como por exemplo, a consagração.

Jane Amábile

22 de outubro de 2011 at 11:48 Deixe um comentário

Oração da Família

 

Senhor, nós vos louvamos pela nossa família e agradecemos a vossa presença em nosso lar.

Iluminai-nos para que sejamos capazes de assumir nosso compromisso de fé na Igreja e de participar da vida de nossa comunidade.

Ensinai-nos a viver a vossa palavra e o Vosso mandamento de Amor, a exemplo da FAMÍLIA DE NAZARÉ.

Concedei-nos a capacidade de compreendermos nossas diferenças de idade, de sexo, de caráter, para nos ajudarmos mutuamente, perdoarmos nossos erros e vivermos em harmonia.

Dai-nos, Senhor, saúde, trabalho e um lar onde possamos viver felizes.

Ensinai-nos a partilhar o que temos com os mais necessitados e empobrecidos, e dai-nos a graça de aceitar com fé e serenidade a doença e a morte quando se aproximem de nossa família.

Ajudai-nos a respeitar e incentivar a vocação de nossos filhos quando quiserdes chamar a Vosso serviço.

Que em nossa família reine a confiança, a fidelidade, o respeito mútuo, para que o amor se fortifique e nos una cada vez mais.

Permanecei em nossa família, Senhor, e abençoai nosso lar hoje e sempre. Amém!(derradeiras graças)

22 de outubro de 2011 at 0:09 Deixe um comentário

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