Amai-vos uns aos outros, assim como eu vos amei – Sexto Domingo da Páscoa- São João 15, 9-17

8 de maio de 2012 at 13:12 Deixe um comentário

Naquele Tempo, disse Jesus a seus discípulos: 9. “Como o Pai me ama, assim também eu vos amo. Perseverai no meu amor. 10. Se guardardes os meus mandamentos, sereis constantes no meu amor, como também eu guardei os mandamentos de meu Pai e persisto no seu amor. 11. Disse-vos essas coisas para que a minha alegria esteja em vós, e a vossa alegria seja completa. 12. Este é o meu mandamento: amai-vos uns aos outros, como eu vos amo. 13. Ninguém tem maior amor do que aquele que dá a sua vida por seus amigos. 14. Vós sois meus amigos, se fazeis o que vos mando. 15. Já não vos chamo servos, porque o servo não sabe o que faz seu senhor. Mas chamei-vos amigos, pois vos dei a conhecer tudo quanto ouvi de meu Pai. 16. Não fostes vós que me escolhestes, mas eu vos escolhi e vos constituí para que vades e produzais fruto, e o vosso fruto permaneça. Eu assim vos constituí, a fim de que tudo quanto pedirdes ao Pai em meu nome, ele vos conceda. 17. O que vos mando é que vos ameis uns aos outros”.

Reflexão dos versículos:

Versículos 9-11:  “Como o Pai me ama, assim também eu vos amo. Perseverai no meu amor. Se guardardes os meus mandamentos, sereis constantes no meu amor, como também eu guardei os mandamentos de meu Pai e persisto no seu amor. Disse-vos essas coisas para que a minha alegria esteja em vós, e a vossa alegria seja completa”.

Jesus é o modelo de obediência ao Pai

Jesus nos dá exemplo de como a oração fortalece o nosso propósito de seguir sempre obedecendo ao Pai. O Catecismo (2620) ensina: “No Novo Testamento, o modelo perfeito da oração é a oração filial de Jesus. Feita muitas vezes na solidão, no segredo, a oração de Jesus comporta uma adesão amorosa à vontade do Pai até à cruz e uma confiança absoluta em que será atendida”. É importante uma vida de oração diária para termos força para dizer “não” ao pecado e, “sim” à obediência aos mandamentos, que o Senhor nos deixou para que seguíssemos.

“Antes ainda de ser o modelo de cada obediência, Cristo é aquele ao qual se dirige cada verdadeira obediência cristã. De fato é o colocar em prática as suas palavras que se torna efetivo o discipulado ( Mt 7,24) e é observando os seus mandamentos que torna concreto o amor a Ele e chama para si o amor do Pai”. (Vaticano)

A Palavra diz: “Quem observa os seus mandamentos permanece em (Deus) e (Deus) nele. É nisto que reconhecemos que ele permanece em nós: pelo Espírito que nos deu”. (1 Jo 3, 24)

Por obediência amorosa ao Pai e Seu imenso amor por nós, Jesus entregou-se na cruz pela nossa salvação. O Beato João Paulo II disse assim: “E todavia , no Getsêmani, o Filho tinha rezado que, se fosse possível, afastasse d’Ele o cálice da paixão, mas exprimindo, logo a seguir, a plena disponibilidade para que se cumprisse a vontade do Pai ( Mt 26,39). Obediente por nosso amor, o Filho ofereceu-Se em sacrifício, cumprindo a obra da redenção. Hoje, todos nós somos testemunhas deste mistério desconcertante”.

O grande mandamento do amor

Viver o amor é fazer a vontade de Deus, porque Deus é amor – O Beato João Paulo II disse:  “Hoje sentimos o dever de nos reunirmos em obediência ao grande mandamento: o mandamento do amor. Queremos abraçá-lo na sua integridade, vivê-lo inteiramente e demonstrar o seu poder”.

A Palavra diz: “A ninguém fiqueis devendo coisa alguma, a não ser o amor recíproco; porque aquele que ama o seu próximo cumpriu toda a lei. Pois os preceitos: Não cometerás adultério, não matarás, não furtarás, não cobiçarás, e ainda outros mandamentos que existam, eles se resumem nestas palavras: Amarás o teu próximo como a ti mesmo. A caridade não pratica o mal contra o próximo. Portanto, a caridade é o pleno cumprimento da lei”. (Rm 13, 8-10)

O Catecismo (2067) ensina:  “Os Dez Mandamentos enunciam as exigências do amor de Deus e do próximo. Os três primeiros referem-se mais ao amor de Deus: os outros sete, ao amor do próximo: «Como a caridade abrange dois preceitos, nos quais o Senhor resume toda a Lei e os Profetas, […] assim também os Dez Mandamentos estão divididos em duas tábuas. Três foram escritos numa tábua e sete na outra» .

A alegria plena

Obedecer ao mandamento do amor é receber de Deus uma porção dobrada de alegria e felicidade: “O Caminho da alegria plena é amar como vós nos amais, porque somente devolvendo aos outros o amor de vós recebido podemos nos sentir felizes e realizados. Dai-nos, Senhor,  amor e alegria no Espírito. Precisamos permanecer unidos a Cristo para produzir frutos abundantes de fé, paz e alegria.”(Círculo Bíblico)

A Palavra diz: “Digo a Deus: Sois o meu Senhor, fora de vós não há felicidade para mim”.(Sl  15,2)

Quando tomamos a Eucaristia permanecermos unidos a Cristo, fonte de eterna alegria – “Seria um contratestemunho para quem participa da Eucaristia deixar-se dominar da tristeza. A alegria cristã não nega o sofrimento, a preocupação, a dor; seria uma triste ingenuidade. Nas lágrimas de quem semeia, a Eucaristia ensina a entrever a alegria da colheita. No sofrimento da Sexta-Feira Santa faz esperar a alegria da manhã de Páscoa”. (Vaticano)

A Palavra diz: “Em nossa boca só havia expressões de alegria, e em nossos lábios canto de triunfo. Entre os pagãos se dizia: O Senhor fez por eles grandes coisas. Sim, o Senhor fez por nós grandes coisas; ficamos exultantes de alegria! Mudai, Senhor, a nossa sorte, como as torrentes nos desertos do sul. Os que semeiam entre lágrimas, recolherão com alegria. Na ida, caminham chorando, os que levam a semente a espargir. Na volta, virão com alegria, quando trouxerem os seus feixes. (Salmo 125, 2-6)

Versículos 12-13: “Este é o meu mandamento: amai-vos uns aos outros, como eu vos amo. Ninguém tem maior amor do que aquele que dá a sua vida por seus amigos”.

“Amai-vos uns aos outros, como eu vos amo”

O Beato João Paulo II disse que “é desta palavra do Senhor que depende a nossa credibilidade de cristãos. E é o próprio Jesus que nos admoesta: “É por isso que todos saberão que sois meus discípulos:  se vos amardes uns aos outros” (Jo 13, 35).

Santo Agostinho disse assim:  “Este é o amor que nos dá aquele que prescreveu: Como eu vos amei, amai-vos também uns aos outros (Jo 13,34). Para isto é que nos amou: para que nos amássemos uns aos outros. E deu-nos a graça, pelo amor que nos tem, de nos estreitarmos uns com os outros pelo amor mútuo e de sermos unidos os membros por tão doce vínculo, o Corpo vivo de tão ilustre Cabeça”.

O amor verdadeiro é doação de si mesmo ao outro. O Catecismo (459) ensina: ”Jesus é o modelo das bem-aventuranças e a norma da Lei nova: «Amai-vos uns aos outros como Eu vos amei» (Jo 15, 12). Este amor implica a oferta efetiva de nós mesmos, no seu seguimento”.

Jesus amou-nos primeiro - O Beato João Paulo II disse: “Cristo amou-nos primeiro, amou-nos não obstante a nossa pecaminosidade e a nossa debilidade humana. Foi Ele que nos tornou dignos do seu amor, o qual não conhece qualquer limite e nunca termina. Este tem um carácter definitivo e perfeitíssimo. Com efeito, Cristo redimiu-nos com o seu precioso sangue”.

A Palavra diz: “Mas amamos, porque Deus nos amou primeiro. Se alguém disser: Amo a Deus, mas odeia seu irmão, é mentiroso. Porque aquele que não ama seu irmão, a quem vê, é incapaz de amar a Deus, a quem não vê. Temos de Deus este mandamento: o que amar a Deus, ame também a seu irmão”.(1Jo 4, 19-21)

Jesus amou-nos até à morte de cruz

O Papa Bento XVI disse que Jesus Cristo “amou até entregar sua vida por nós sobre a Cruz. Também a ação da Igreja e dos cristãos na sociedade deve possuir esta mesma inspiração”.

A Palavra diz: “Nisto temos conhecido o amor: (Jesus) deu sua vida por nós. Também nós outros devemos dar a nossa vida pelos nossos irmãos”. (1 Jo 3, 16)

Deus não nos amou só com palavras, mas deu-nos o seu próprio Filho Jesus que, numa morte cruel, expiou os  nossos pecados.  O Catecismo (614) ensina: “Este sacrifício de Cristo é único, leva à perfeição e ultrapassa todos os sacrifícios. Antes de mais, é um dom do próprio Deus Pai: é o Pai que entrega o seu Filho para nos reconciliar consigo. Ao mesmo tempo, é oblação do Filho de Deus feito homem, que livremente e por amor oferece a sua vida ao Pai pelo Espírito Santo para reparar a nossa desobediência”.

O Papa Bento XVI disse que a Igreja “é sempre de novo santificada pelo Santo de Deus, pelo amor purificador de Cristo. Deus não falou apenas: amou-nos de modo muito realista, amou-nos até à morte do próprio Filho. É precisamente disto que se nos mostra toda a grandeza da revelação que quase inscreveu no coração do próprio Deus as feridas”.

Versículos 14 – 15:  “Vós sois meus amigos, se fazeis o que vos mando. Já não vos chamo servos, porque o servo não sabe o que faz seu senhor. Mas chamei-vos amigos, pois vos dei a conhecer tudo quanto ouvi de meu Pai”.

“Vós sois meus amigos, se fazeis o que vos mando”

Ser amigo de Jesus é ser amigo de Deus – Eis as palavras do Papa Bento XVI quando ainda era o Cardeal  Joseph  Ratzinger : “Nesta comunhão da vontade realiza-se a nossa redenção: ser amigos de Jesus, tornar-nos amigos de Deus. Quanto mais amamos Jesus, quanto mais o conhecemos, tanto mais cresce a nossa verdadeira liberdade, cresce a alegria de ser remidos. Obrigado Jesus, pela tua amizade!”

A amizade que Jesus tem por nós é de fidelidade e lealdade sempre.  O Beato João Paulo II disse que Jesus  “oferece-vos a sua amizade. Deu a sua vida para que aqueles que desejam responder ao seu chamado sejam efetivamente seus amigos. Trata-se de uma amizade profunda, sincera, leal e radical, como deve ser a verdadeira amizade”.

O que significa ser simplesmente servo e o que é ser também amigo do Senhor –  O Beato João Paulo II disse: “Uma frase muito significativa: Servo é aquele que não sabe nada; amigo— aquele a quem se diz tudo, a quem tudo é confiado; aquele que sabe”.

A amizade com Jesus é feita de comunhão – O Papa Bento XVI ensinou:  “Amizade significa comunhão no pensamento e na vontade. E esta comunhão de pensamento não é algo unicamente intelectual, mas sim comunhão dos sentimentos e da vontade e, por conseguinte, também do agir. Isto significa que devemos conhecer Jesus de modo cada vez mais pessoal, ouvindo-O, vivendo juntamente com Ele, permanecendo ao seu lado”.

A Eucaristia é o grande laço de amizade que nos une a Cristo e aos irmãos – O Beato João Paulo II disse:  “A incorporação em Cristo, realizada pelo Batismo, renova-se e consolida-se continuamente através da participação no sacrifício eucarístico, sobretudo na sua forma plena que é a comunhão sacramental. Podemos dizer não só que cada um de nós recebe Cristo, mas também que Cristo recebe cada um de nós. Ele intensifica a sua amizade conosco”.

Versículos 16-17:  “Não fostes vós que me escolhestes, mas eu vos escolhi e vos constituí para que vades e produzais fruto, e o vosso fruto permaneça. Eu assim vos constituí, a fim de que tudo quanto pedirdes ao Pai em meu nome, ele vos conceda. O que vos mando é que vos ameis uns aos outros”.

A escolha é sempre do Senhor

O Papa Bento XVI ensinou:  “Tudo se define a partir de Cristo, quanto à origem e à eficácia da missão: a missão recebemo-la sempre de Cristo, que nos deu a conhecer o que ouviu a seu Pai, e somos nela investidos por meio do Espírito na Igreja”.

A Palavra diz que Jesus Cristo  “caminhando ao longo do mar da Galiléia, viu dois irmãos: Simão (chamado Pedro) e André, seu irmão, que lançavam a rede ao mar, pois eram pescadores. E disse-lhes: Vinde após mim e vos farei pescadores de homens. Na mesma hora abandonaram suas redes e o seguiram”. (Mt 4, 18-20)

O chamado especial à vida consagrada

No Evangelho desse domingo, o Senhor sublinha que Ele mesmo escolheu e constituiu os Seus discípulos, para irem pelo mundo e produzirem duradouros frutos de salvação.  Trata-se principalmente da escolha que o Senhor fez  àqueles que são os nossos pastores e representantes de Cristo na Igreja.  O Papa Bento XVI disse: “Este amoroso enlace entre a iniciativa divina e a resposta humana está presente também, de forma admirável, na vocação à vida consagrada”.

Os escolhidos, especialmente os consagrados à vida religiosa, devem procurar fazer a vontade do Senhor. O Papa Bento XVI disse: “Temos de novo aqui Jesus como o modelo exemplar de total e confiante adesão à vontade do Pai para onde deve olhar a pessoa consagrada”.

Pôr-se  a caminho

O Papa Bento XVI disse que “somente saindo de si mesmo para colocar-se em caminho com o Senhor e fazer a sua vontade, se vive a verdadeira liberdade”.

Não podemos ficar parados quando o mundo está tão precisado de Deus. Devemos ir ao encontro do irmão e ajudá-lo a ter uma experiência do amor salvífico de Jesus em sua vida. O Papa Bento XVI fala novamente em outra ocasião sobre “o sair de si mesmo”:  “A primeira tarefa dada aos discípulos, aos amigos, é pôr-se a caminho – destinei, para que vades –, sair de si mesmos e ir ao encontro dos outros”.

O discípulo é sempre chamado a dar frutos de amor

O Papa Bento XVI ensinou: “Agora, porém, devemos interrogar-nos: de que gênero é o fruto que o Senhor espera de nós? O vinho é imagem do amor: este é o verdadeiro fruto que permanece, aquele que Deus quer de nós”.

São Gregório Magno disse assim: “Se tendeis para Deus, tende cuidado que não O alcanceis sozinhos”.  Amar é:  acolher; cuidar dos nossos irmãos em suas necessidades;  perdoar;  ouvir;  estar junto;  renunciar;  sofrer;  desapegar-se;  ser amigo;  preservar os recursos naturais; respeitar as diferenças,…

A palavra diz: “Caríssimos, amemo-nos uns aos outros, porque o amor vem de Deus, e todo o que ama é nascido de Deus e conhece a Deus. Aquele que não ama não conhece a Deus, porque Deus é amor”. (I Jo 4, 7-8)

O  Padre Marcelo Rossi escreveu assim:  “O amor traz justiça, esperança, igualdade, respeito. É  a única forma que temos de unir todos os povos, de varrer o ódio, a maldade, a ganância. Se deixarmos o amor Ágape fluir de uma pessoa para outra, o planeta estará unido pelo Amor Divino”. (Agapinho)

“Tudo quanto pedirdes ao Pai em meu nome, ele vos concederá”

Pedir ao Pai em nome de Jesus é a certeza do recebimento da graça. O Catecismo (2633) ensina. “Quando se participa assim no amor salvífico de Deus, compreende-se que qualquer necessidade pode tornar-se objeto de pedido. Cristo, que tudo assumiu a fim de tudo resgatar, é glorificado pelos pedidos que dirigimos ao Pai em seu nome“.

A Palavra diz: “E tudo o que pedirdes ao Pai em meu nome, vo-lo farei, para que o Pai seja glorificado no Filho. Qualquer coisa que me pedirdes em meu nome, vo-lo farei”. (Jo 14, 13-14)

O Beato João Paulo II disse que “a revelação e a fé ensinam-nos, efetivamente, não tanto a meditar de modo abstrato sobre o mistério de Deus, «Pai das misericórdias», quanto a recorrer a esta mesma misericórdia em nome de Cristo e em união com Ele”.

Conclusão

Concluímos essa reflexão com as palavras do comentário litúrgico: “Jesus se apresenta hoje como o amigo que nos ama até a doação da própria vida. Agindo assim conosco, ele nos convida a amar-nos uns aos outros com amor igual ao seu.”

Oremos com:

São Paulo (1 Cor 13,1-7):  “Ainda que eu falasse as línguas dos homens e dos anjos, se não tiver caridade, sou como o bronze que soa, ou como o címbalo que retine. Mesmo que eu tivesse o dom da profecia, e conhecesse todos os mistérios e toda a ciência; mesmo que tivesse toda a fé, a ponto de transportar montanhas, se não tiver caridade, não sou nada.  Ainda que distribuísse todos os meus bens em sustento dos pobres, e ainda que entregasse o meu corpo para ser queimado, se não tiver caridade, de nada valeria!  A caridade é paciente, a caridade é bondosa. Não tem inveja. A caridade não é orgulhosa. Não é arrogante. Nem escandalosa. Não busca os seus próprios interesses, não se irrita, não guarda rancor. Não se alegra com a injustiça, mas se rejubila com a verdade. Tudo desculpa, tudo crê, tudo espera, tudo suporta.”

O Canto Litúrgico: Prova de Amor:  Prova de amor maior não há, que doar a vida pelo irmão!  Prova de amor maior não há, que doar a vida pelo irmão!Eis que eu vos dou um novo mandamento:  Amai-vos uns aos outros, como Eu vos tenho amado! Vós sereis os meus amigos, se seguirdes meus preceitos:  Amai-vos uns aos outros, como Eu vos tenho amado! Permanecei no meu Amor, e segui meu mandamento:  Amai-vos uns aos outros, como Eu vos tenho amado.

Jane Amábile – Com. Divino Espírito Santo

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